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Lago Negro em Gramado

Um mês se passou mas ainda tem tanta coisa pra falar de Gramado, vocês deixam? Haha. Juro que tentarei agilizar os posts, mas pra não ficar tão cansativo tento intercalar com outros assuntos mas são tantas fotos lindas, tantas dicas legais que não abro mão de indicar pra vocês. O post de hoje, é sobre um dos meus lugares favoritos e que mais gostei de ter conhecido: o Lago Negro. O parque fica em Gramado, e é famoso pelos seus passeios de pedalinho, quando o descobri na internet, logo coloquei no roteiro e não sosseguei até conhecer. 

O parque possui uma paisagem incrível, no dia em que fomos o clima estava meio nublado e apesar de não ter perdido sua beleza, acredito que em dias ensolarados a paisagem deve ser ainda mais bonita. A entrada é gratuita e pelo que vi, ele fica aberto 24hrs por dia, conta com alguns quiosques de comida e um restaurante, se não me engano, mas não chegamos a experimentar. 

Já os pedalinhos, funcionam de 8:30h as 18h, e são pagos, no final do post colocarei os valores. Eles dispõe dos clássicos pedalinhos de cisne para 2 pessoas e uma versão família também, além disso, tem um pedalinho de barco de pirata, que também é "tamanho família". O passeio dura cerca de 20 minutos, e deve ser bem romântico para casais, mas achei bem cansativo viu? Vale a experiencia, foi bem divertido, mas preparem as pernas e o folego rs.


O Lago Negro fica na Rua J. Renner, Bairro Lago Negro - Gramado/RS
Valores:
Cisne p/ 2 pessoas: R$20,00
Cisne Familia: R$30,00
Caravela: R$30,00


Cascata do Caracol em Canela, vale a pena?

Uhul, finalmente começarão os posts sobre a viagem de Gramado que vocês tanto me cobraram. Como falei nesse post, o objetivo da viagem era ir para o Festival de Publicidade, e como durava o dia todo, quando saímos a maioria das atrações já estavam fechadas. Anyway, conseguimos aproveitar um pouquinho, e nossa primeira parada foi na Cascata do Caracol, ponto super conhecido de Canela por sua beleza. Sem dúvidas, um dos lugares mais bonitos que conheci por lá. O local conta com bondinhos aéreos, são 12 cabines, podendo ir 8 pessoas em cada. Eles fazem três paradas, a primeira é a Central, onde tem o embarque e desembarque, além de algumas lojas. A Animal, onde tem o espaço "Esculturas que falam", são 85 peças de madeiras que retratam animais, e ao "brincar" com elas, reproduzem os sons dos respectivos bichos. Além disso, a estação possui uma trilha pequena, mas que é linda e vale a caminhada. Por último, a estação Cascata, que contém um mirante com a vista maravilhosa da cascata do caracol. 

Dicas:
- As lojas que ficam na Estação Central possuem preços bons, ficamos receosos de entrar e levar um susto com os valores, mas achamos tudo bem em conta e vale a pena pra comprar lembrancinhas, ou até mesmo roupas de frio.
- Descendo uma escada que fica na Estação Central, é possível chegar em uma área de tirolesa, a volta custou R$20,00 e meu amigo que fez adorou a experiência, me arrependi de não ter feito.
- Tente ir em dias de semana ou pela parte da manhã para evitar filas.
- Na Estação Cascata, eles oferecem serviços de fotografia profissional, a foto impressa se não me engano, custa cerca de R$15,00. Achei salgado e que não vale muito a pena, tiramos fotos lindas com o celular e nossas câmeras, então se você quer economizar, pode abrir mão desse serviço.
- A entrada custou R$32,00 por pessoa, e inclui a parada nas três estações.

No geral, achei que não é um passeio indispensável, mas que se você tiver um dinheiro sobrando vale muito a pena fazer. A vista vale cada centavo, e a sensação de andar de bondinho é maravilhosa também. A experiência foi ótima, os funcionários solícitos e educados, então super indico. 


Diário de Viagem: Gramado 2015


Olá, lembram de mim? Sim, voltei de novo e sim vou prometer que é pra ficar novamente hahaha. Peço mil desculpas pela ausência, mas quem me acompanha no instagram sabe que na última semana embarquei para Gramado e não tive como atualizar o blog lá. Primeiro porque foram os 6 dias mais corridos da minha vida e segundo porque não tinha Wi-fi na casa onde ficamos, dá pra imaginar o desespero da blogueira aqui? Mas foi bom, assim me desapeguei do vício e consegui curtir bastante cada segundo da viagem. Ainda estou com aquela depressão pós-viagem, mas voltei cheia de fotos e histórias pra contar, por isso decidi fazer um resumão pra compartilhar um pouco dessa experiência maravilhosa com vocês. O post talvez fique um pouco longo, mas quem gosta de algo mais pessoal provavelmente vai curtir e ler até o final. Ainda farei vários outros posts sobre pontos turísticos, como economizar, hospedagem e o que mais vocês tiverem interesse em saber, viu? Só me pedir.

Ir pra Gramado não fazia parte dos meus planos pra 2015, na verdade, nunca esteve nos meus planos, mas foi no começo de março desse ano que as coisas aconteceram. Pra quem não sabe, faço Publicidade e Propaganda, e de dois em dois anos ocorre o Festival Mundial de Publicidade em Gramado, e como alguns amigos se animaram, acabei embarcando na ideia e atravessei o Brasil para chegar lá. Foram praticamente 3 meses de correria, vendendo coisas, juntando dinheiro, tudo para que eu e mais 10 pessoas pudéssemos conseguir alcançar nossos objetivos. Embarcamos na madrugada do dia 6, fizemos escala em Guarulhos (não tem vôo direto pra Porto Alegre) e finalmente chegamos a capital gaúcha, tchê. Logo de cara percebemos a diferença na temperatura, 16 graus é muito amor gente <3 Não tem coisa melhor que um dia ensolarado com um ventinho gelado que não nos deixa cansados e suados. 

Passeamos um pouco pelo centro de Porto Alegre enquanto esperávamos nossos outros amigos desembarcarem, e pegamos um transfer que nos levou do aeroporto até nosso destino final: Canela. Muitas pessoas ficaram em dúvida sobre o porque de ficarmos em Canela, falarei disso melhor em um outro post, mas resumindo: Canela é uma cidade que fica bem pertinho de Gramado, cerca de 15 minutos de distância, a cidade é tão bonita quanto, mas é um pouco mais em conta do que Gramado, o que nos ajudou muito a economizar. Fora que alugamos uma casa lá, então nossos gastos com alimentação e hospedagem foram reduzidos em quase 80%. 

Como a viagem foi longa e no outro dia já começaria o festival, decidimos ficar em casa mesmo e comemorar nossa chegada com um jantar especial. Compramos os ingredientes em um mercadinho em Canela, e ficamos por lá mesmo. Na esquina da casa que alugamos, ficava um dos pontos turisticos da cidade, a Catedral de Pedra (que na minha opinião é bem mais bonita da que tem em Gramado, rs). A noite várias luzes coloridas iluminam a Catedral, deixando um efeito lindo e que rende fotos maravilhosas, hein. Ao redor existem várias lojas dos mais variados produtos, chocolates, vinhos, roupas e etc, achei as coisas mais baratas do que em Gramado.

No dia seguinte era a abertura do festival, mas como só começaria a noite, decidimos turistar. Pagamos R$30,00 por um passeio que estava incluso: Visita a Cascata do Caracol, fábrica de chocolate, fábrica de vinhos, fábrica de cristal e Lago Negro. Se valeu a pena? Mais ou menos.. as fábricas na verdade são lojas, e é perceptível que eles ganham comissão a cada turista que levam lá, geralmente são lojas caras e achei desnecessário pois andando depois pelo centro pude fazer degustações e conhecer várias "fábricas" sem pagar nada. A Cascata do Caracol e o Lago Negro valem super a pena, mas são atrações pagas, em breve falarei melhor delas em posts separados. Depois seguimos para o Serra Park aonde aconteceu o Festival, não vou entrar muito em detalhes pois não sei se é do interesse de vocês, mas foi sensacional e com certeza voltaremos outras vezes.


Nos outros dias, o festival ocorria das 9h as 20h então quase não tivemos tempo de fazer mais nada. Comíamos em casa ou no Serra Park, e quando sobrava um tempinho andávamos pelas ruas de Canela. No último dia, aproveitamos para andar por Gramado, conhecer a cidade e principalmente a Rua Coberta, ponto super famoso de lá. Sim, Gramado é apaixonante e se tornou um dos nossos destinos favoritos. É como se estivéssemos em um filme de conto de fadas, todas as casas, lojas e monumentos são no mesmo estilo, realmente é um pedacinho da Europa no sul do Brasil. A cada passo era uma foto, não tinha como deixar de registrar tudo pra mostrar depois e relembrar cada momento. 
Sobre o frio, nos primeiros dias a média era de 10 a 5 graus, até que teve um dia em que amanheceu com 4 e terminou com 0 graus, imaginem o sufoco, hein? Mas foi delicioso. Quem tiver oportunidade, e até mesmo quem nunca pensou na possibilidade de ir pra lá, deve adiciona-la na listinha de lugares que precisa conhecer. Já voltei cheia de saudade e contando as horas pra voltar, espero que seja em breve. Durante esse mês rolarão posts especiais sobre a viagem, e se você tiver alguma dúvida ou sugestão, deixe nos comentários que prometo responder tudinho =)